Sábado, 25 de Maio de 2019
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Jorginho avalia primeiro jogo da semifinal e já se prepara para enfrentar o Aparecidense

Publicada em 02/04/19 às 19:00h - 14 visualizações

por Ponte Press


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 (Foto: Ponte Press - Álvaro Júnior)

A Ponte Preta empatou em 2 a 2 no sábado com o Oeste, em Barueri, e vai decidir a vaga para as finais do Torneio do Interior no Majestoso, no próximo domingo (7).  Contudo, o foco do elenco alvinegro a - que se reapresenta na manhã desta segunda-feira para treinamento e viaja para Goiás ainda hoje – é a partida contra a Associação Atlética Aparecidense pela Copa do Brasil, na noite de quarta.

“Uma coisa de cada vez. Nem adianta pensar na semifinal de domingo se ainda temos esse jogo importantíssimo no meio da semana. Temos um respeito muito grande pela Aparecidense e é preciso destacar que nem nós nem eles têm culpa do que aconteceu. O erro na partida anulada foi do bandeira e depois do delegado do jogo. Todos foram vitimas e nenhum sentimento de rancor pode ser levado para o jogo, não pode ter violência, isso não pode ser incentivado”, diz Jorginho.

O treinador relembrando o jogo anulado por interferência externa (a Ponte marcou um gol que as imagens de TV confirmaram estar impedido, porém o árbitro voltou atrás depois de mais de 15 minutos de paralisação, invasão de campo de pessoas que não deveriam estar ali e do delegado passar informações para a arbitragem) . “Se existisse o VAR naquele jogo a Aparecidense sairia vencedora, porém não havia VAR e houve  a intervenção externa. Coincidentemente na semana seguinte tivemos um gol lícito contra o Novorizontino que foi anulado e que, se houvesse VAR, teria nos dado a vitória e nos mantido na disputa da vaga nas quartas do Paulista. Enfim, tudo isso é passado: o jogo de quarta é importantíssimo para as duas equipes, que quem ganhar vai avançar na Copa do Brasil, mas não podemos pensar em guerra: os times são adversários e não inimigos”, enfatiza.

Em campo, o treinador prevê uma partida diferente da anulada, uma vez que naquele jogo Jorginho acabara de chegar ao time e agora, a equipe já assimilou as idéias do treinador e o jeito de jogar proposto por ele. “Nosso jogo hoje é diferente, muito mais organizado taticamente, dentro da minha proposta. É claro que como o empate nos favorece, acredito que eles vão ter que propor jogo e nós precisamos estar preparados para um contra-ataque. E temos que manter mais a posse de bola, que já é uma característica nossa.”

O treinador pontua,porém, que o estilo de saída de bola que tem se tornado característico da Ponte pode não estar presente na quarta, por ser mais difícilde exercer nas condições do campo em Goiás. “Mas não podemos nem estaremos engessados pela parte tática. Se hoje jogamos mais no 4-2-3-1 , o 4-3-3 é possível , ou mesmo o 4-4-2 com a chegada do Renato Kayser. Temos várias possibilidades”, diz.

Ele antecipa que o time deve ser formado em sua maioria pelo G1, que enfrentou o Bragantino na semana passada, e que não deve ter Matheus Vargas, ainda em recuperação de lesão. O atacante Júlio César também não será relacionado, para se evitar qualquer tipo de imbróglio jurídico, uma vez que ele já esteve no banco de outra equipe durante a Copa. “Pela regrao  Júlio até poderia ir, mas preferimos não levá-lo para não gerar mais nenhum tipo de questionamento. Então podemos decidir se entramos com Kayser ou Tiago Real, que fez um excelente jogo contra o Oeste, mas o fato é que teremos em campo a maioria dos jogadores que descansaram nesta rodada do Torneio do Interior”, explica.

Oeste

Em relação a semifinal de ontem, Jorginho avalia que o time teve um bom desempenho, apesar de ter tomado a virada em dois lances seguidos (e depois empatado no último minuto de jogo). “Fizemos um primeiro tempo em que poderíamos matar o jogo, com muitas oportunidades e tivemos uma jogada fenomenal do Arnaldo que não concluiu. O que ocorreu no segundo tempo foi que nos desorganizamos após o primeiro gol, que foi um gol que poderia ocorrer, e por isso tomamos o segundo”, diz.

Ele ressalta que faltou tranqüilidade ao time quando o Oeste empatou. “Precisamos sempre estar organizados em jogos de 180 minutos como esse. Quando ficou 1 a 1 poderíamos continuar nosso jogo , pois na pior das hipóteses iríamos resolver em casa na segunda semi. E mesmo que perdêssemos por 2 a 1, bastaria vencer por um no jogo seguinte para já levar aos pênalti. Então não precisávamos nos afobar tanto naquele momento do gol deles, mas depois a equipe se acalmou, continuou empenhada e conseguimos o empate.”

Jorginho acrescenta que, na opinião dele, não houve qualquer tipo de irregularidade no gol do jovem Vinícius Zanocelo, que marcou no rebote do pênalti cobrado por Hugo Cabral– o Oeste reclamou de invasão. “O goleiro deles se adiantou, jogadores deles também, então sinceramente para mim não houve nada. O Vinícius é um garoto que tem finalização boa, potencial, estamos trabalhando no domínio dele, virada de jogo, momento de passe, passe mais longo. Ele vai transitar entre o profissional e o SUB20 por enquanto, que é pra manter o ritmo, o pique. Vai ter grande futuro na Ponte, assim como o Abner, que vem fazendo ótimas partidas”, conclui.




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